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    Desafios da vida acadêmica: é possível superá-los?

    Falta de tempo e de dinheiro; idade; conciliação entre emprego, família e estudo estão entre os principais desafios da vida acadêmica. Mas é possível ultrapassar todas essas dificuldades? Conheça a história de RAFAEL EULÂMPIO DE MORAES, alumni de Arquitetura e Urbanismo do Grupo UniEduK e saiba a resposta 
     
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    Inegavelmente, ainda são muitos os desafios da vida acadêmica: falta de tempo e de dinheiro; idade; conciliação entre emprego, família e estudo são alguns dos principais. Embora existam várias dificuldades, surpreendentemente, o alumni de Arquitetura e Urbanismo do Grupo UniEduK, RAFAEL EULÂMPIO DE MORAES, vivenciou, praticamente, todas elas. Mas será que é possível superar tudo isso? Acompanhe a história do alumni e saiba. 
     
     
    Qual a melhor idade para iniciar a vida acadêmica? 
     
    A princípio, a motivação de Rafael para buscar uma segunda graduação foi o sentimento de desvalorização em que se encontrava no antigo emprego. “A profissão de designer gráfico no Brasil não é muito valorizada, assim como a maioria das profissões relacionadas a arte, e se quisesse melhorar meu salário e minhas condições teria que trabalhar nas grandes metrópoles como São Paulo onde o serviço é mais valorizado, então, veio a ideia de mudar de área e buscar uma profissão mais valorizada, com isso voltar a estudar”, conta. 
     
    Além disso, o alumni considerava que tinha outro obstáculo para recomeçar uma vida acadêmica: a idade. “Porém já estava um pouco ‘velho’ para isso, pois já estava com 34 anos, e teria que começar tudo novamente, mas sempre com o apoio da minha esposa Daniela e dos meus pais resolvi a encarar mais essa mudança”, comenta. 
     
    Mas, será que existe mesmo uma idade “ideal” para fazer uma faculdade? 
     
    Continue a acompanhar…
     
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    Desafios da vida acadêmica: falta de dinheiro
     
    Não apenas a baixa autoestima profissional e a idade estavam pesando nas decisões de Rafael como também ele esbarrou em outro problema muito comum entre futuros ou atuais estudantes universitários: a falta de dinheiro. “Toda decisão tem suas consequências, na verdade, eu só consegui concluir meus estudos por conta do FIES [Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior], sou profundamente grato pela iniciativa do governo, sendo que não tinha condição de sustentar minha família e pagar os estudos”, revela. 
     
    Todavia, ele encontrou essa alternativa que o levou a buscar a mudança de que tanto necessitava e ansiava. “Agora com o diploma e sendo registrado pelo CAU (Conselho de Arquitetos e Urbanistas), além da autoestima, percebo o respeito das pessoas quando falo da minha profissão, novos horizontes se abrem quando se começa a estudar, além do novo círculo de pessoas, as ideias e pensamentos tendem a evoluir para algo cada vez mais novo e interessante”, argumenta. 
     
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    Desafios da vida acadêmica: mudanças
     
    No entanto, já não era a primeira vez que Rafael optava por mudar de área. Para ele, os desafios da vida e carreira sempre foram constantes. “Durante minha vida profissional, tive que mudar de área muitas vezes por conta do mercado e dificuldades financeiras, mas agora é definitivo. Pretendo ser não só um bom arquiteto, e sim uma referência para outros, com muita humildade e sempre me atualizando com novas tecnologias, movimentos artísticos e estéticos, procurando a excelência em cada projeto”, salienta. 
     
     
    A escolha do novo caminho 
     
    Ainda que descontente com as profissões anteriores, o alumni reconhece que o conhecimento em outros segmentos também influencia na sua escolha atual. “Desenvolvia logomarcas, identidade visual, sites e comunicação visual, porém já havia trabalhado em vária áreas e fui mudando de profissão conforme as necessidades foram aparecendo, isso foi ótimo para minha arquitetura, pois uso os conhecimentos adquiridos como soluções criativas”, afirma. 
     
     
     

    • A escolha pela Arquitetura e Urbanismo

     
    Em seguida à decisão de mudar de carreira veio o questionamento: qual profissão escolher? Foi então que Rafael buscou a resposta no seu passado. “Desde criança sempre gostei de trabalhar meu lado criativo, desenhava minhas revistas em quadrinhos, modificava meus brinquedos etc. A Arquitetura é uma profissão de criatividade, apesar de os arquitetos brasileiros trabalharem mais funcionalmente do que a estética. Tratando-se da eterna luta ente FORMA X FUNÇÃO, vejo a oportunidade de me destacar nesta área visto que a Forma (estética) é um ponto forte que tenho, sem abrir mão da função é lógico”, enfatiza. 
     

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    O alumni (em pé de jaqueta marrom) com os colegas do curso


     
     
     

    • A escolha pela UniMAX

     
     
    Logo depois de eleger um curso para trilhar a vida acadêmica, veio a escolha pela instituição de ensino que iria conduzi-lo neste novo caminho. “Além da UNIMAX ser bem próxima da minha casa, graças por isto, sua proposta de ensino na prática me motivou durante o curso, sempre fui mais de prática que teoria, bom na verdade um completa o outro. O corpo docente também parecia ser bem engajado com a proposta da prática, isto foi o primordial para decisão”, destaca o alumni. 
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    • O aprendizado da vida acadêmica 

     
    Durante seu período como estudante, Rafael participou de inúmeras atividades, mas, sobretudo, ele destaca duas. “O primeiro projeto que participei na graduação foi fazer um abrigo com as próprias mãos. Achei muito interessante, pois não tínhamos conhecimento e já partimos para prática para sentirmos as dificuldades. O projeto ficou em exposição na Indaiatuba Decor”, relembra. 
    Em segundo lugar, ele acrescenta: “Também participei de um concurso da CBCA [Centro Brasileiro da Construção em Aço] para um jardim botânico, ficamos na quarta posição na frente de faculdades renomadas”, complementa. 
    “Com o aprendizado, percebemos que sempre temos que aprender cada vez mais, meu pai sempre me falava que se pode tirar tudo de você, mas seu conhecimento permanece. Vejo que o conhecimento traz respeito, mais até que os bens materiais, pena que alguns não pensam assim e misturam as coisas. Hoje tenho muito mais respeito pelos profissionais em qualquer área e também muita admiração aos nossos “velhinhos”, pois experiência é conhecimento”, ressalta Rafael. 

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    O arquiteto urbanista posa com um dos trabalhos realizados enquanto estudante


     
     
    A profissão após vida acadêmica
     

    • Presente 

     
    Atualmente, Rafael é sócio proprietário na Lion Arquitetura e Urbanismo, junto com Joice Couto e Kelly Carsil, suas amigas de formação acadêmica. Sua função é desenvolver projetos, elaborar as maquetes eletrônicas, atendimento ao cliente, entre outras atividades.
    “Quando iniciamos com o escritório no começo do ano [2020], estávamos bem ansiosos em relação as expectativas de novos clientes, nova profissão, mas logo veio o efeito corona e não conseguimos recebe-los. Ficamos um pouco frustrados, porém as coisas faram melhorando e os clientes foram aparecendo, hoje estamos com projetos em andamento e mais orçamentos aparecendo, estamos muito otimistas”, admite. 

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    O arquiteto e urbanista com suas sócias da Lion: amigas da vida acadêmica para a vida profissional


     
     
     

    • Futuro

     
    Os desafios da vida de Rafael continuam, mas ele segue em frente com um sentimento renovado. “Estou otimista em relação ao futuro da Lion Arquitetura, estamos conseguindo imprimir a nossa personalidade em nossos projetos já bem no começo, isto é muito motivador, e é um bom sinal de prosperidade”, assegura. 
     

    • Incentivo 

     
    Por fim, àqueles que querem estudar Arquitetura e Urbanismo, o alumni diz: “A Arquitetura tem muitos segmentos e nichos, procure fazer aquilo que você faz de melhor, especialize-se até ser o melhor ou estar entre os melhores do segmento, então será reconhecido e se sentirá orgulhoso em fazer o que faz”, incentiva. 
     
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