É possível desenvolver empatia ou a pessoa já nasce com essa característica?

É possível desenvolver empatia ou a pessoa já nasce com essa característica?

Conheça a história de Daynara Batista de Oliveira, estudante de Enfermagem do Grupo UniEduK e saiba a resposta para essa pergunta

 

Muito se fala em empatia, em se colocar no lugar do outro; em humanização e, sobretudo, em atendimento humanizado, com respeito a individualidade de cada pessoa e colaboração mútua para a criação de um espaço que valorize os envolvidos num contexto.

Porém, é possível desenvolver empatia ou até mesmo aperfeiçoá-la?

É o que vamos descobrir com a aluna do Grupo UniEduK, DAYNARA BATISTA DE OLIVEIRA.

Acompanhe sua história!

 

MOTIVAÇÃO PARA OS ESTUDOS

Bem cedo, Daynara descobriu seu lugar na área da saúde. Os cuidados constantes com a mãe e sua essência voltada ao olhar empático do outro a conduziram por esse caminho. “Antes de me envolver com a Enfermagem, eu era uma menina que conseguia adentrar em diversas áreas, mas nenhuma fazia com que eu me apaixonasse. Porém, sempre amei estar ao lado das pessoas, cuidando delas”, revela a aluna da UniMAX.

Foi com esse sentimento que ela iniciou seus estudos em Técnico em Enfermagem na FIEC (Fundação Indaiatubana de Educação e Cultura), parceira do Centro Universitário Max Planck. “Não quis parar por aí, comecei minha graduação em Enfermagem na UniMAX e estou amando”, ressalta.

Cursando o segundo semestre da graduação, Daynara já percebe os primeiros resultados do aprendizado técnico e socioemocional que está absorvendo. “Eu sempre gostei muito de conversar com as pessoas, entendê-las e ajudá-las, depois que comecei na Enfermagem, entendi mais a fundo o significado de cuidar e percebi como ser parte da equipe de Enfermagem não é somente cuidar, mas lidar com a integridade e integralidade que um ser humano carrega, me apaixonei e isso só intensificou quem eu já era”, conta.

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EXPERIÊNCIAS

Daynara já atua na área como estagiária/monitora do curso Técnico em Enfermagem na FIEC. Ela cuida do laboratório de Enfermagem, auxilia alunos e professores e presta apoio na parte administrativa da área junto de seu lider.

Todas essas atividades, ela desempenha com muito afinco e dedicação. “Amar, cuidar do próximo, entendê-lo, me dedicar a fazer o outro feliz, foi (e ainda é) minha motivação para cursar Enfermagem. Eu gosto de tudo que tem na Enfermagem, dos procedimentos, da humanização, dos exames, da legislação, da sua dedicação e englobamento, a sintonia que ela cria em diversos aspectos. Eu amo tudo que ela compõe e compartilha”, enfatiza.

Além de monitora da FIEC, a estudante também é representante de sala na UniMAX, duas funções, que segundo ela, a fizeram amadurecer muito. “Devido às atribuições que me compete, aprendi a lidar com qualquer tipo de pessoa ou situação sem haver estresse, desrespeito ou ignorância. Na Enfermagem, a gente deve cuidar do paciente independente de quem seja ou que o fez chegar aos nossos cuidados e para conseguirmos fazer isso, precisamos ser éticos, deixar nossos valores de lado e ter total respeito, empatia e humanização”, destaca.

Daynara considera que todas essas habilidades e competências socioemocionais que adquiriu serão ainda mais aprimoradas quando estiver trabalhando no ambiente de saúde, principalmente, em contato com pacientes e profissionais que trabalharem com ela. Seu intuito é sempre dar o seu melhor e ofertar o melhor tratamento ao paciente.500x500px_foto-2 (1)

PROJETOS E PRÁTICA

A estudante se mantém ativa e procura participar de toda oportunidade oferecida tanto pela FIEC quanto pela UniMAX. Daynara já participou das campanhas Março Dourado, Setembro Amarelo, Outubro Rosa, Novembro Azul, Diabetes e Hipertensão na UBS (Unidade Básica de Saúde), combate à febre amarela, entre outros.

O que mais chamou sua atenção foi o projeto de atendimento em domicílio. “Eu amei o projeto, pois foi estruturado totalmente por mim com a aprovação da coordenadora do curso na FIEC”, comenta a aluna.

Daynara explica que a ideia era ir até a casa de uma paciente do atendimento solidário da FIEC e fazer um dia de princesa. “Essa paciente sofre de uma doença degenerativa, então é debilitada e sua mentalidade é de uma criança de 10 anos, mesmo já tendo 26 anos. Realizar esse dia de princesa foi algo muito maravilhoso para ela e para nós também”, afirma.

Além dos cuidados de saúde, a paciente, sua mãe e irmão receberam cuidados estéticos como penteado, maquiagem e manicure, entre outros. “Foi uma tarde encantadora e muito divertida, nunca me esquecerei desse projeto. A Enfermagem é assim, ela não cuida somente da doença, mas do indivíduo por inteiro juntamente de seus familiares, trazendo saúde, alegria e esperança”, aponta.

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EXPECTATIVAS E DESAFIOS

A aluna traz expectativas bem positivas sobre a área. “Mesmo sabendo que na Enfermagem enfrentamos momentos tristes e difíceis, quero ser capaz de enfrentá-los da melhor forma e sempre levar as coisas para o lado bom e positivo. Quero ser capaz de conhecer todas as áreas que a enfermagem carrega e amar todas de uma forma que ao fazer minha especialização eu tenha dificuldade de escolher de tanto que amei cada uma”, salienta.

Cheia de vontade, Daynara quer estar a cada dia mais envolvida com a Enfermagem. “Meu maior desafio e medo é um dia perder a vontade de aprender, ficar na mediocridade ou não entender algum assunto/situação/prática, não conseguindo ajudar quem precisa a tempo. Por isso, me esforço muito para que essas situações não ocorram ou se ocorrerem que sejam poucas vezes. Eu quero fazer a diferença”, reforça.

Para que tudo isso ocorra, a aluna de Enfermagem segue firme em seus propósitos. “Meu foco são minhas metas, o que quero conquistar, com minha família ao meu lado. Cada aula, cada monitoria, cada disciplina e cada experiência vem como memórias e lembranças e isso se torna meu foco e minha motivação não deixando que dias e situações ruins me dispersem do que quero e prezo, que é, com certeza, ofertar um cuidado da melhor forma possível que traga felicidade, saúde e esperança para o paciente e familiar”, diz.

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INCENTIVO

Com uma visão ampla da área, Daynara já é capaz de perceber a transformação que está acontecendo em si. “A Enfermagem fez com que eu visse o mundo e as pessoas com outros olhos, hoje entendo melhor as situações e consigo resolvê-las mais rápido, com agilidade e de um jeito mais eficaz. Eu lido com as pessoas com mais paciência, meu respeito pelo próximo triplicou, tenho mais empatia por cada um, meu cuidado ao me dirigir com próximo aumentou muito. Meu desejo por deixar as coisas do jeito mais correto e ético também melhorou”, garante.

Influenciada pela irmã, que cursa Medicina Veterinária no Centro Universitário Max Planck e deu boas referências da instituição, Daynara tem se tornado um exemplo de entusiasmo e paixão pela Enfermagem que são notáveis e dignos de serem seguidos. “Vá fundo, tenha seriedade, humanização e carinho pela área e tudo o que ela carrega”, incentiva àqueles que desejam estudar Enfermagem.

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Texto: Tatiane Dias – (MTB 67029)

Fotos: Arquivo Pessoal